Bye Bye Phi Phi, Hello Krabi!

Decidimos voltar para o continente, mais especificamente Ao Nang, praia de Krabi, então aproveitamos para comprar as passagens do barco no mesmo lugar em que fechamos o tour de um dia, por 300B cada um. Nessa passagem estava incluso o barco para Krabi, e de Krabi um ônibus para Ao Nang.

Acordamos cedinho, arrumamos nossa “casa”, e partimos para o píer. Sem nenhuma confusão, apresentamos os tickets, eles colaram aquele adesivo de controle em nossas roupas, e embarcamos. O barco não era tão grande e nem tão bonito quanto o primeiro, além de ser bem barulhento. Antes de sair, só tomamos nosso Red Bull de cada dia, esperando que talvez fosse ter alguns pãezinhos à bordo, como no primeiro… Doce ilusão! Hahaha

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Dica: Sempre que for viajar de um ponto ao outro, tenha sempre alguns snacks (salgadinho, bolacha). Vai que dá uma fominha e não tem nada a mão, né?

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A viagem foi tranquila, ficamos quase o tempo inteiro na cabine, e aproveitamos para escrever. Quase duas horas depois, chegamos em Krabi, em um porto que quase não parecia porto, de tão organizado e arrumadinho. Assim que desembarcamos, já começamos a procurar nosso ônibus, e uma grande surpresa: Não tinha ônibus! Calma, tinha um ônibus, mas não era assim uma Brastemp… hahahah Na verdade, nosso ônibus virou uma jardineira.

Nosso 'ônibus'

Nosso ‘ônibus’

Mas como o Heitor disse, eles nunca disseram que seria um ônibus bonitinho com ar condicionado, né? E pra andar 20 minutos… Foi até bom. Estava bastante calor, e é tudo aberto, então tinha bastante vento. Até aproveitei para terminar de secar minha canga…

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O motorista da jardineira ‘organiza’ as malas na traseira, e lá vamos nós. No meio do caminho, ele parou para perguntar onde cada um estava hospedado, e só nós não tínhamos reservas, então pedi para ele nos deixar no centro da cidade. Mochilão nas costas e sem saber onde olhar primeiro, uma moça que trabalha em uma agência nos convidou para olhar os preços de hospedagem, mas achamos meio caro, e a melhor forma de achar acomodações boas e baratas é, como eu já disse anteriormente, andando.

Como nosso café da manhã foi quase nulo, a gente estava morrendo de fome. E adivinha o que fomos comer? Mc Donald’s, claro! Lembra que eu disse que eu não me adaptei ainda com a comida daqui? Esses pequenos luxos, me deixam tão felizes, que vocês não fazem idéia!

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Como aqui ainda é praia, as coisas costumam custar um pouquinho mais do que em BKK, por exemplo. Nossos dois combos juntos saíram 390B, mas mesmo assim… ainda sai mais barato que no Brasil.

Depois do almoço, eu fiquei no Mc Donald’s olhando as mochilas, e o Heitor foi procurar um hotel para a gente se hospedar. Ele acabou negociando no hotel em frente ao Mc Donald’s , um bangalow bem charmosinho, com ventilador por 600B para nós dois. Com ar condicionado, ela queria cobrar 1200B. Era pequeno, mas o banheiro era privativo, a cama era gigante, e tinha até uma varandinha! Foi praticamente a mesma coisa que estávamos pagando em Phi Phi, mas agora era um lugar só pra gente. E apesar de ser com ventilador, não passamos NADA de calor. Na verdade, durante a noite, a gente até desligou porque estava frio! Hahaha

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Faixada do hotel. Nosso bangalow ficava lá atrás…

Deixamos nossas coisas no quarto, e fomos à praia! Já lemos muita coisa sobre Ao Nang. Mas resolvemos tirar nossas próprias conclusões, e acho que fizemos muito bem em ir para lá! Na orla da praia, ficam os resorts mais caros, e é tudo um charme. Nessa rua também ficam as mocinhas fazendo propaganda de massagem, e fomos abordados por uma delas muito simpática, que mesmo quando recusamos a massagem, deu um pedaço de abacaxi para cada.

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Achamos um lugarzinho quase no final da praia, eu estendi minha canga, e o Heitor foi nadar. Até entrei um pouquinho no mar com ele, mas estava tão cansada que voltei para areia e tirei um cochilo enquanto ele foi andar. Quando ele voltou, me disse que no final da praia, tinha um monte de macaquinhos que até subiram nele. Ficamos de voltar lá no dia seguinte para tirarmos umas fotos.

À noite, em frente ao nosso hotel, tinha uma feirinha com muitas comidas e todo tipo de bugiganga. De prendedores de cabelo à jóias Tiffany Co. (que eu acho que eram falsas).

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 A gente andou ela toda para escolher o que comer, até que o Heitor se decidiu por uma porção de frango frito (50B) e camarão frito (50B) com arroz (20B). E eu acabei comprando uma porçãozinha de rolinhos primavera para comer no quarto, e eles estavam maravilhosos. Acabamos voltando para o hotel, e capotamos, como sempre.

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Está tudo tão maravilhoso, tão surreal, que nem dá vontade de voltar, mais. Às vezes brinco com o Heitor que vou abrir uma padaria aqui (já que eles nem sabem o que é café da manhã, ou mesmo pão francês). Ele disse que cuida da administração, eu cuido dos clientes, e a gente contrata nosso amigo Bruno (que está cursando gastronomia) para a cozinha. E é de se pensar… porque não?

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One Day Tour – Phi Phi

Acordamos no outro dia bem cedinho, iríamos fazer o passeio do dia todo, compramos no dia anterior por 600B por pessoa, e está incluso café da manhã, frutas, água e almoço.

Chegamos ao ponto de encontro no horário combinado, às 10h00, porém ainda não havia ninguém, pedimos informação e disseram para aguardar ali mesmo que logo viria alguém, ficamos um pouco preocupados porque não vimos mais ninguém que fosse fazer o passeio ali, e foi aguardando lá, que vimos o Carlos e a Lorena passando, e ficamos conversando um pouco quando finalmente ouvimos um chamado para o passeio. Quando olhamos tinha uns 20 turistas seguindo um tailandês de bicicleta. Nos despedimos do casal brasileiro, entregamos nossos tickets para o tailandês e seguimos o grupo, ele ia passando em diversas agências e chamando o pessoal, no fim ele nos levou até o final da praia de Ton Sai, já quase indo para Long Beach. Paramos em um resort na beira da praia onde seria servido nosso café da manhã. Era um buffet e você se servia à vontade, mas o cardápio era arroz branco, frango (tipo xadrez) salsicha e uma salada, além de café e chá. A Erica acabou só comendo um pouco de frango e salada, e eu… bem, eu comi muito bem! HEHEHE

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Depois eles foram nos dividindo conforme o tipo de passeio, quem iria fazer apenas o passeio de 4h foi para um longtail um pouco menor (para 8 pessoas acho), e nós que iríamos fazer o passeio do dia todo, fomos levados a dois longtails maiores (para umas 20 pessoas). No nosso barco já conhecemos mais 5 brasileiros, um casal de Santa Catarina e três meninas que moravam na Austrália e estavam passando férias antes de voltar para o Brasil.

Navegamos apenas alguns minutos e já chegamos ao Shark Point, que fica em frente à Long Beach, e fizemos o nosso primeiro snorkeling. Infelizmente (ou felizmente), não vimos nenhum tubarão, pelo que li tem que chegar bem cedo pra ver eles, e já era umas 11h. Em compensação, vimos muuuuuuuitos peixes de diversos tamanhos e cores, muito foda, muita vida em meio aos corais. A profundidade era de uns 4 metros, e a visibilidade era ótima. Adoramos, e ali eu já sabia que o passeio tinha valido a pena. Não dá pra descrever, é tudo muito lindo. Ficamos apenas uns 20 minutos ali, e já voltamos para o barco, era hora de ir para Bamboo Island, o percurso foi meio longo, e no caminho eles já no serviram água e um pouco de melancia.

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Quando estávamos chegando na ilha, a visão já era surreal, aquilo é um paraíso sem dúvida. Bamboo Island é com certeza um dos lugares mais lindos da mundo, a praia é ótima, tem bastante sombra, e a água nem dá pra descrever. Como a faixa de areia é maior você tem que nadar até um pouco mais pro fundo, onde começam os corais, pra conseguir ver alguns peixes, mas vale muito a pena também.

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Ficamos 1h em Bamboo, descansamos na areia, nadamos, andamos pela praia, tudo num clima muito bom e muita paz. Por mim, eu passaria dias ali só relaxando, sem problemas. Mas logo a buzina do nosso longtail soou e era hora voltar à bordo. Fomos então em direção a Mosquito Island, mas no caminho nos serviram o almoço, uma marmita com arroz frito temperado e frango com um sachê de molho thai apimentado. Eu adorei, pra variar, mas a Erica acabou só comendo metade.

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Em Mosquito Island paramos um pouco em frente da praia, que era linda também, porem só ficamos no mar e fizemos snorkeling novamente, e foi um dos melhores, a visibilidade aqui era ainda maior e tinha uma variedade de peixes muito grande.

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Ficamos uns 20 minutos lá e depois fomos para Monkey Beach, a mesma que tínhamos ido de caiaque no dia anterior. Ficamos lá por mais 1h vendo os macaquinhos na areia, relaxando e vendo os peixinhos próximo as pedras.

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 Depois foram mais alguns 20 minutos até Maya Bay. Para desembarcar é necessário pagar uma taxa de limpeza de 100B por pessoa, mas já havíamos pago para nosso barqueiro quando estávamos em Bamboo Island. Como o próprio nome diz, a praia fica em uma baía no meio de enormes pedras/montanhas e é praticamente uma enorme piscina natural cor de esmeralda. Realmente é muito bonito, mas a fama atrai muitos turistas e a praia está sempre cheia de gente. Se você nadar um pouco mais pro fundo, consegue ver alguns peixes, mas tirando isso, o lugar é mais para você tirar fotos.

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Ficamos mais 1h em Maya Bay e já estava entardecendo, fomos então para mais um ponto de snorkeling que ficava ali próximo, ficamos mais uns 20 minutos lá e vimos estrelas do mar, ostras enormes e até uma água viva! :/

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Voltamos para o barco e navegamos mais um pouco até outra baía próxima para tiramos algumas fotos, apenas para gastar tempo, e então seguimos para mais 20 minutos de snorkeling em outro lugar e vimos mais corais e cardumes de peixes coloridos. A tarde estava caindo e nosso passeio chegando ao fim, mas antes o barco foi até Long Beach deixar o pessoal que estava hospedado lá e então voltamos para alto mar no Sunset Point.

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Ficamos lá parados no meio do mar, simplesmente admirando a paisagem (e tirando mil fotos, lógico). Quando o sol finalmente se pôs, aproveitamos a pouca claridade que ainda restava para voltarmos até o resort de onde havíamos saído.

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Gostamos bastante do passeio, e achamos que vale a pena fazer o tour do dia todo, apesar de ser cansativo. Ou você pode dividir o passeio em dois dias (por 400B cada).

Chegando na cidade, já estávamos famintos, e no caminho a Erica já aproveitou para comer uma pizza (80B) e eu pedi um arroz frito com carne (90B). Voltamos para o hotel, tomamos um banho e decidimos dar uma volta pelo vilarejo, ver o movimento nos bares e etc. No final, acabamos ficando na praia tomando uma cerveja e vendo os Fire Shows, foi quando descobrimos que um dos caras que trabalhavam no Slinky Bar era brasileiro. Fizemos amizade e conhecemos mais uns 4 brasileiros que trabalhavam lá também. Ficamos lá dançando, conversando e bebendo cerveja, a festa estava boa, mas estávamos esgotados e tínhamos que acordar cedo no dia seguinte, então tivemos que nos despedir e voltar para a guest house, lá ainda deu tempo de assistir um pouco de futebol na TV com os tailandeses antes de cairmos na cama e dormirmos igual criança! :D

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Kaiaking, Monkey Beach e View Point!

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No sábado acabamos não dormindo muito bem, o ventilador até resolveu bem o problema do calor, mas os pernilongos fizerem um ótimo café da manhã da gente. Pra melhorar, a Erica não acordou passando muito bem, aqueles baldinhos misturados com a cerveja (Chang, ou Changhover se preferir! :D) não tinham feito bem, então fui no 7-Eleven comprar umas bolachinhas salgadas, água e nosso já tradicional café da manhã: Red Bull! Precisamos fazer o check-out antes das 11h, e já fomos para o Phi Phi Backpacker, o hostel onde íamos ficar. Iríamos pagar os mesmo 300B por pessoa, mas o quarto era mais arrumado, tinha água quente e ar condicionado, mas era no mesmo esquema ‘Dorm Room’. Pagamos, deixamos nossos mochilões e fomos para a praia encontrar o Carlos e a Lorena. Alugamos dois caiaques, um para cada casal, 300B por duas horas, e fomos remando até a Monkey Beach, que fica bem próxima.

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Apesar de não ter ondas e nem arrebentação, e de não ser tão longe, a ida até a praia foi um pouco cansativa, e chegamos com os braços doendo. Bem, na verdade nunca tínhamos remado, então acho que até foi uma boa experiência.

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Quando chegamos a Monkey Beach, ficamos impressionados! A praia era linda, areia branca, a água ainda mais cristalina. Muitas árvores fazendo sombra na praia, e basta andar um pouco pra começar a ver macaquinhos entre as árvores. Lá se vê muitos turistas e a maioria dos tours pára ali. A praia não é muito grande, então sempre tem bastante gente, mas vale a pena. Com certeza é uma das praias mais bonitas que já vi.

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Os macacos são bem engraçados, e estão sempre esperando comida dos turistas. Os mais novos são mais curiosos, ficam sempre brincando e correndo, e se você deixar eles sobem em você, roubam suas coisas e por aí vai… HAHAHA!

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Ficamos lá sentados na areia por quase uma hora, simplesmente olhando o mar e vendo os macacos. Depois decidimos pegar o caiaque e voltarmos para a cidade com mais calma, aproveitar para ver um pouco dos peixes e corais no caminho.

Chegando na praia aproveitamos para comer uma pizza (80B) e voltamos para o hotel para descansar um pouco. Umas 5h voltamos para praia para encontrar nossos amigos novamente para ir ao View Point, mas eles não apareceram (tinham capotado), então decidimos ir sozinhos, mas o caminho era uma escadaria bem íngreme e a Erica ainda estava com as pernas muito doloridas de todas as nossa caminhadas e afins. Então ela acabou voltando pro hotel, e foi a melhor coisa que ela fez, porque cada vez ficava pior, escadarias e rampas, e depois de parar algumas vezes pra respirar, cheguei lá em cima, e todo o esforço foi recompensado pela visão do por do sol…

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Depois do pôr do sol por trás da montanha, voltei para hotel enquanto ainda tinha um pouco de iluminação natural, tomei um banho e só saímos para comer. Eu fui comer no lugar que se dizia ser o “melhor pad thai” e realmente era muito bom (70B). A Erica comeu um Roti (40B – thai pancake) de Nutella e uma pizza. Voltamos para o hotel e fomos dormir.

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Koh Phi Phi – 1st Day

A coisa mais fácil de se fazer em Phi Phi é achar acomodações. E de todos os tipos, resorts, quartos privados, guest houses, dorm rooms, bangalows e muito mais. Logo no desembarque do píer, ficam duas ‘casinhas’ escrito Tourist Information que tem várias fotos de todos os tipos de acomodações com preços dos mais variados. Nós até paramos para olhar quanto custava os mais baratos, mas acabamos escolhendo o modo mais fácil de achar uma acomodação barata: andando.

Tourist Information no píer.

Tourist Information no píer.

O Heitor sacou o mapa de dentro da mochila, perguntamos aonde era a área mais barata da ilha, e partimos para lá. Não andamos nem cinco minutos e eu vi uma plaquinha escrito ‘Dorm Room 300BHT’. Paramos para ver, e não achamos ruim. O hostel tinha 3 quartos com umas 5 beliches em cada quarto. O banheiro era compartilhado pelos 3 quartos, não tinha água quente (mas nem precisa), e não tinha ar condicionado, mas era barato e não teríamos que andar a ilha toda com a mochila nas costas. Fechamos um dia apenas, para o caso de achar algum outro lugar mais barato para ficar. O legal é que junto com o Guest House, funcionava um restaurantezinho que o Heitor até almoçou um Arroz com Frango por 50BHT. Como ele queria conhecer um pouco mais a ilha, foi andar, mas eu fiquei no quarto descansando. Hahaha

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Entrada da nossa Guest House, bem próximo ao píer.

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Plaquinha da Guest House/Restaurante

Depois de andar quase tudo, ele chegou a conclusão de que a ilha não era tão grande quanto parecia no mapa, e até achou um outro hostel no mesmo esquema Dorm Room por 400BHT a diária, mas com ar condicionado. E claro que ficamos de mudar para lá no dia seguinte.

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A rua principal (aonde ficamos) com suas barraquinhas de comida.

No caminho para a praia se vê de tudo, camiseta, comida, canga, chaveirinho, massagem normal, massagem com happy ending, 7-Eleven, ATM, gatos, gatos, gatos e mais gatos. Siiiim, nunca vi tantos gatos na minha vida. E foi em Phi Phi que descobrimos que a palavra Thai para gato é Meow!!! Hahahahaha

Meow!!!

Meow!!!

Achei também uma barraquinha que fazia aquela panqueca com nutella (50BHT) que eu tanto gostei e peguei uma pra mim. (:

Panqueca de Nutella

Panqueca de Nutella

Resolvemos andar até o final das ruas para entrar na praia, e ir voltando pela areia para achar um lugarzinho gostoso para ficar, porque lá não tem sombra, e se quiser um guarda-sol, tem que se hospedar em algum lugar na beira da praia, ou alugar uma cadeira por 100BHT. Antes de entrar na praia, encontramos um outro Dorm Room com ar condicionado, MUITO perto da praia e pelo mesmíssimo preço que estávamos pagando no outro, fica logo depois do refúgio para tsunami. Até perguntei se precisava reservar, mas o cara que cuida de lá disse que era só fazer o check-in.

Refúgio em caso de Tsunami.

Refúgio em caso de Tsunami.

Entrar na praia foi maravilhoso, era uma areia tão branca que até doía os olhos, e a água… meu deus!!! Aquela água não é desse mundo. Andamos um pouco, e alugamos uma cadeira para ter uma sombrinha, e deixar nossas coisas enquanto entramos no mar. Vale a pena alugar a cadeira para o dia todo, mas não para ficar 3 horas, como a gente fez. O aluguel de cadeiras fica bem na entrada na praia. Não tem como confundir, é só procurar pelo “Monumento à Fertilidade”. hahaha

Monumento à Fertilidade, na entrada principal da praia.

Monumento à Fertilidade, na entrada principal da praia.

De fora do mar, dava pra ter uma noção da cor do oceano, mas entrar na água são outros quinhentos… A praia não tem ondas, a paisagem é paradisíaca, e o mar não afunda nunca. Trezentos metros pra dentro d’água e nada de passar da cintura. E foi dentro do mar, enquanto a gente tentava decidir o que fazer nos próximos dias, que a Lorena (Brasileira de Minas Gerais) puxou assunto com a gente, e logo depois o namorado dela, o Carlos (Brasileiro de Brasília) veio nos fazer companhia.

Eu, Carlos e Lorena

Eu, Carlos e Lorena

Conversa vai, conversa vem… E depois de comer um pedaço de pizza (80 BHT) maior do que as pizzas inteiras que existem em São Paulo, o sol acabou indo embora e ficamos de nos encontrar mais à noite para a Beach Party que acontece em todos os bares da praia.

Almoço e Janta de alguns dias. :D

Almoço e Janta de alguns dias. :D

Existem duas atrações muito comuns na festa: o Fire Show com o pessoal que trabalha no bar fazendo acrobacias com o fogo e os Fire Games, que o pessoal brinca para ganhar free shots de bebida.

Heitor, Bucket e Eu

Heitor, Bucket e Eu

Assim que se chega na praia, alguém já te enfia um shot, e eu aceitei, lógico… Era bem docinho até, mal parecia bebida. Compramos algumas cervejas no mercadinho que tem bem na entrada da praia e ficamos assistindo as acrobacias. É muito legal, e em alguns momentos, eles chegam bem perto de você e dá pra sentir o calor do fogo. Eu até me assustei uma ou duas vezes. :D

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Fire Show

Foi aí que nós rachamos o famoso Bucket que eu tanto esperava. Pedimos um de vodka, red bull e suco de abacaxi. Estava muito gostoso, até cair um pouco menos da metade no chão. :(

Para ver o vídeo que eu fiz de uma apresentação do Fire Show, clique aqui.

A Lorena acabou pegando outro, e tomamos mais um pouquinho. Baldinho, cerveja, cerveja, baldinho, música alta… não é pra qualquer um não!!! A festa é muito boa, e acontece simultâneamente em todos os bares da praia. Mas o mais famoso é o Slinky que fica bem na entrada principal, e é o que acabamos ficando.

Carlos, Bucket 2 - A revanche, e Lorena.

Carlos, Bucket 2 – A revanche, e Lorena.

A farra foi tão boa que fomos dormir bem mais de meia noite. Eu e o Heitor decidimos fazer um passeio de Kaiak, e a Lorena e o Carlos também toparam, então combinamos de nos encontrar no dia seguinte para tentar alugar algum um pouco mais em conta para poder chegar em Monkey Beach, a praia dos macaquinhos. Mas essa história fica pro próximo post. (;

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Convertendo seus Bahts

Existem várias maneiras para saber quanto vale o seu dinheiro na Tailândia. O Heitor usa a que nós achamos mais fácil (e quando eu digo nós, eu quero dizer ele.), ele converte nosso dinheiro para o dólar, e depois multiplica por 2.

Para entender melhor, você tem que saber quanto vale a moeda daqui, o Baht:

1U$ = 30BHT 1R$ = 15BHT

Se você quiser converter 1500BHT, por exemplo, a conta é assim:

1500BHT/30U$ = 150/3

150/3 = 50U$

50U$x2 = 100R$

O Heitor corta o último zero, e sempre aproxima o valor de um múltiplo de 3 para ficar mais fácil. Depois, multiplica por 2 para saber o valor em R$. Então se você quiser dividir 1300BHT, por exemplo, aproxime ele do 1200BHT para arredondar.

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Thai Money

No nosso caso, quem faz todas as conversões é ele. Eu só pergunto se está caro ou não, e ele me diz. Hahahaha Sou meio idiota com matemática, mas ele escolheu essa forma exatamente por ser mais fácil.

Dá pra viver com pouco dinheiro aqui, mas é sempre bom trazer um pouco a mais. Pesquisar os valores de acomodações, comidas e passeios de onde pretende ir é uma ótima idéia, e a forma mais inteligente de viajar! (:

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Chiang Mai – BKK – Phuket – Phi Phi

Saindo da fazenda dos elefantes, voltamos pro hotel por volta de umas 15h30. Estávamos muito cansados e aproveitamos para dormir um pouco, tomar um banho e arrumar nossas coisas. Por volta das 18h30, um táxi (transfer) veio nos buscar no hotel. Era hora de nos despedirmos da Janny (Tâni) e do pessoal que conhecemos no hotel.

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O táxi nos levou até um posto de gasolina na saída da cidade, onde outros vários táxis se encontram para esperar pelo ônibus. Tivemos que aguardar uns 30 minutos lá, e aproveitamos para comprar alguns salgadinhos (apimentados) na loja de conveniência. Umas 20h, finalmente nosso ônibus chegou e pegamos a estrada. O ônibus não era muito novo, mas era daqueles de dois andares e era até confortável, sentamos nos primeiros assentos, mas quase não dava pra ver nada e acabamos cochilando. O ônibus fez uma parada por volta de meia noite, fomos no banheiro e a Erica aproveitou pra comprar um sorvete (15B). Depois disso eu só lembro de acordar em Bangokok, mas a Erica ainda aproveitou a viagem para escrever alguns posts.

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O ônibus pára na rua mesmo, próximo a Khao San Road, e quando descemos conhecemos a Fran, uma alemã que mora em Chiang Mai e estava indo encontrar umas amigas. Como nosso vôo para Phuket era só as 13h30, e ainda eram 05h30 da manhã, decidimos acompanhar ela até a rua dos mochileiros e andar um pouco.

Andamos, andamos e andamos… a Fran estava procurando um lugar barato pra dormir até o horário do almoço quando poderia fazer o check-in no Hotel onde suas amigas tinham feito reserva, então aproveitamos para conhecer a região e ver os preços também.

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A Khao San Road é demais, mesmo de manhã cedinho estava cheio de gente, lojinhas, turistas e “acompanhantes”. A música não parava, e cada dezena de metros tinha um bar cheio de gente que provavelmente estava virando a noite ali bebendo. Ao mesmo tempo, a gente via monges passando pelas ruas pedindo doações. Nós ficamos sabendo que eles saem as ruas apenas uma vez ao dia, de manhã cedo, e recebem doações de alimentos e um pouco de dinheiro, e tem que passar o dia com aquilo. Também nos contaram que eles só podem se alimentar apenas duas vezes ao dia. Mas não estranhe se você ver um deles com celular, fumando, ou com malas de viagem e grupos de passeio em locais turísticos.

Bem no fim das contas a Fran não achou nenhum lugar realmente barato para ficar, e ninguém quis dar um desconto pra ela ficar apenas 5h. Então acabamos indo pro hotel onde ela tinha reserva e deixaram ela entrar antes. Nos despedimos e pegamos um taxi (200B) até o Aeroporto Don Muang (aeroporto antigo – vôos domésticos).

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Demoramos um pouco mais de 1h para chegar ao aeroporto, e a Erica aproveitou para ir escrevendo alguns posts enquanto eu simplesmente ficava admirando a caótica Bangkok ao nosso redor. A Erica diz que não gostou muito de Bangkok, e realmente o calor aqui é insuportável, muita umidade, trânsito e poluição. Mas ao mesmo tempo tem alguma coisa aqui que já me atrai muito, e acho que vamos gostar bastante daqui quando voltarmos e tivermos tempo pra conhecer tudo direito.

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No aeroporto fizemos o check-in, despachamos nossos mochilões e ficamos apenas com a mochila pequena com o netbook e etc. Como ainda eram 10h, tivemos que esperar bastante, daí aproveitamos para acessar a internet. Quando decidimos ir para a sala de embarque, um problema, tínhamos esquecido de despachar o protetor solar e o repelente, e queriam que nós jogássemos tudo fora. Mas de jeito nenhum íamos fazer isso, pagamos caro naquilo tudo, e nem sequer tínhamos usado direito, então voltamos e despachamos a mochila pequena também, acabamos ficando só com o notebook e uma sacolinha de mercado com os carregadores. Paramos para comer no Mc Donald’s dentro da aérea de embarque, e depois fomos para o portão do nosso vôo e para esperar mais 1h30. Passamos um pouco de frio, pois estávamos sem blusas e o ar condicionado estava na opção “inverno de pinguim”.

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Às 13h30 embarcamos para Phuket, em um 737-800 da Nok-Air. O vôo foi rápido, cerca de 1h30, e nos serviram apenas um copinho de água de um croissaint que mais parecia um mini pão de queijo, o restante era pago.

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Eu estava cansado, e acabei cochilando o vôo todo, quando a Erica me acordou já estávamos sobrevoando a costa. Uma feliz surpresa, do alto já era possível ver a água cor de esmeralda, e comecei a pensar que talvez nossa passagem pela “mal falada” Phuket talvez não fosse tão ruim. Mas mudei de idéia rápido quando saímos do aeroporto e descobrimos que tem uma certa máfia dos taxistas aqui. Os preços eram bem abusivos (450B em média), e como não achamos ninguém pra dividir um taxi com a gente, decidimos tentar esperar um ônibus para Phuket Town, a cidade velha. O ônibus custava 90B, tinha hora marcada, e iria só as 16h30, esperamos 1h no ponto, deu horário, passou mais 30 minutos e ele não chegava, e como já não bastasse os chatos dos taxistas e agentes das empresas não paravam de nos importunar. Por fim, um grupo de franceses, que também esperavam o ônibus, cansaram e decidiram alugar uma van para o centro. Aproveitamos o embalo e pegamos uma carona com eles, e pagamos 150B por pessoa.

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A princípio eu não queria passar por Phuket, queria ir pra Phi Phi por Krabi, mas ia acabar ficando mais caro. Eu tinha lido que aqui em Phuket tudo era caro, muito turístico e que as praias não eram tão bonitas. Pelo que sei as melhores praias ficam no norte, próximas ao aeroporto, mas como precisávamos pegar o barco para Phi Phi, decidimos ir para o sul, no centro da cidade, onde fica o píer.

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Pegamos a recomendação de um hotel barato no guia de uma francesa, mas quando chegamos no lugar não achamos nada, pedimos informação em uma casa de massagem e descobrimos que ele já não existia mais, rodamos as ruas em volta e por fim ficamos na casa do cara para quem tínhamos pedido informação. A casa dele (em frente a loja de massagem) também é uma loja de vasos e cerâmica, que pertence à família, e ele tem dois quartos para alugar para mochileiros. Pegamos o quarto mais barato, 300B com ventilador e banheiro compartilhado, o outro custava 500B com A/C. Também já aproveitamos e compramos as passagens de barco para Phi Phi com o próprio dono da casa por 300B cada.

Tomamos um banho, e fomos em uma feirinha próxima comer. Praticamente não tinha turistas nessa feira, e como também não vimos muita coisa interessante além das comidas, acabamos voltando e eu capotei. O ventilador que o dono da casa nos deu era bem potente e tivemos uma ótima noite. No dia seguinte tivemos que acordar cedo, e as 07h30 um táxi/transfer passou na guest house para nos levar para píer. O motorista colocou nossos mochilões no teto da caminhonete e colou um adesivo em nossas camisetas escrito “Phi Phi”. Chegando no píer, eles vão nos indicando para onde ir e qual barco pegar de acordo com o adesivo. Como não tínhamos comido nada, aproveitamos para comer rapidinho no píer, e mesmo pagando um pouco mais caro valeu a pena. A Erica comprou um croissaint (90B) que estava muito bom, e eu comi um pedaço de pizza havaiana (não lembro o preço :/). Quando eu digo pedaço eu quero dizer ¼ de pizza gigante! HAHAHA :D

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Nosso barco para Phi Phi era bem grande, e devia caber pelo menos umas 200 pessoas, tinha TVs de plasma (onde passou Kung Fu Panda), e até uma área de primeira classe onde os assentos eram sofás acolchoados.

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Foram 2h de percurso, e na chegada o barco até diminuiu de velocidade e passou em frente a Maya Bay e da Viking Cave. Desembarcarmos no píer de Tonsai em Phi Phi, e na hora de sairmos o barco virou um caos, todo mundo tentando pegar as bagagens e desembarcar ao mesmo tempo, e é ainda pior quando tem um bando de chineses mal educados (pra variar), a melhor coisa a fazer é esperar um pouco.

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Um dia com os Elefantes

Como descrever uma experiência dessas em palavras? Acho que nunca fiz uma coisa tão legal quanto isso na minha vida!!!

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Quando começamos a pesquisar sobre os parques de elefantes, lemos muitos relatos diferentes, mas a gente queria alguma coisa mais em contato com a natureza. Daí no hotel perguntamos para a Janny (Tâni para nós, hehe) qual ela recomendava, e acabamos optando pelo Baanchang Elephant Park, segundo o nosso guia, Baan significa ‘casa’ e Chang ‘elefante’ (Daí o nome da cerveja!), então estávamos indo à “Casa dos Elefantes”, que fica a cerca de 40 minutos de Chiang Mai, e quando você fecha o passeio, eles vêm te buscar no hotel. Existem vários tipos de passeio. Um dia, dois, três… Mas fizemos o de um dia e dividimos um elefante, então saiu um pouco mais em conta, 2200BHT por pessoa. Mas tem a opção de um elefante por pessoa também, você que escolhe.

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Olha aí as informações de contato pra quem quiser agendar uma visita!

 

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Chegar lá foi meio que um choque. Não era o que eu esperava, de verdade… Os elefantes todos ali, paradinhos… a maioria deles fica em correntes, pois podem machucar uns aos outros, mas são soltos várias vezes ao dia para inúmeras atividades, e é esse o intuito do parque. Eles focam tudo na alegria dos elefantes, e eles ficam acorrentados para se acostumar com os outros. As atividades que nós praticamos com eles, são o que eles gostariam de fazer, não o que nós gostaríamos de fazer. Mas é tudo tão perfeito, que o que deixa esses bichões grandes felizes, acaba fazendo a sua alegria, também.

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Assim que a gente desce da van, o guia começa a contar como os elefantes vieram parar ali, e como eram maltratados antes. Tem até dois elefantes que são recentes lá, e a gente não pode chegar muito perto porque eles ainda não confiam nos humanos. Mas estão sendo bem tratados, e em algum momento vão melhorar. (:

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O legal desse lugar é que eles te dão roupas para você usar enquanto está lá, então não precisa ficar preocupado em sujar a sua. Também oferecem garrafinhas de água à vontade e até algumas frutas. No panfleto que eles dão, tem a listinha do que você precisa levar, mas o que não pode faltar é o chinelo. Quando o nosso guia começou a fazer o discurso do que íamos fazer durante o dia, ele disse “Hoje é o dia de se divertir, elefantes fazem (muita) sujeira, então agora não é a hora de se sentir bonito, atraente e muito menos limpo”. Mas acreditem… não me sujei metade do que achei que me sujaria..

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Depois de trocados, eles nos levam para perto dos elefantes, e ensinam a alimentá-los. O Heitor deu comida pra todos, e toda vez que eu o procurava, ele estava em um elefante diferente. Alguns deles até aceitam que você os alimente colocando a comida direto na boca. Não tem como descrever isso, eles são todos muito gentis, até mesmo para pegar a comida na sua mão. Enquanto estávamos alimentando os elefantes, dois elefantes resolveram acasalar (o que é muito raro, e nós vimos isso!!!), mas uma terceira elefante ficou com ciúmes, e ela gritava muito. O guia disse que o elefante que estava acasalando era o garanhão das elefantes jovens, mas a ciumenta realmente gostava dele, tadinha. Os gritos dela, era uma forma de dizer “Hey, esse elefante é meu, não acasale com ele!”.

Elefantes acasalando ao fundo

Elefantes acasalando ao fundo

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Uma vez muito bem alimentados, nós aprendemos como subir e descer dos elefantes, um de cada vez, até todos ficarem bem treinadinhos, e perderem o medo. A ansiedade em pessoa, assim que ele começou a chamar, já me joguei e fui a primeira. A elefante (Elefanta? Elefoa?) que eu e o Heitor treinamos se chamava Mae Noi (Mae – Mama/Noi – Pequena), e é o único nome que eu me lembro.

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Para ver o vídeo de como faz para subir neles, é só clicar aqui.

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Assim que se aprendemos e praticamos como subir e descer, é hora aprender os comandos de movimentar o elefante. Nosso guia nos ensina as palavras e os movimentos com uma rápida demonstração, como nos comportar enquanto montados, e como ficar “confortável” lá em cima, e principalmente, como não machucar o animal.

Para frente – Pai

Para o lado (esquerda e direita, junto com o movimento das pernas) – Qwei

Para parar – How

Para descer – Non Long

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Dessa vez, eu esperei um pouquinho e o Heitor foi primeiro, mas acabamos trocando de elefante, e treinamos os comandos em um macho. Eu achei, e depois o Heitor também concordou, que o macho foi muito mais gentil com a gente do que a Mae Noi em termos de levantar e deitar. Ele é muito mais suave tanto para abaixar, como para subir nele.

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Outro vídeo do Heitor montando aqui.

Todo mundo sabendo os comandos, é a hora do passeio. Os elefantes não ficam em um lugar muito grande enquanto estão todos reunidos para recreação, mas eles dizem o tempo todo que estão procurando fazer o melhor possível para os elefantes, que não são perfeitos agora, mas que estão tentando e tentam aumentar o parque sempre que podem. Os elefantes maiores comem cerca de 250kg de comida por dia, e os menores 100kg. Mas mesmo comendo cana-de-açucar e banana, a comida não é barata, e eles precisam de doações de todas as espécies. A maneira que eles encontraram de manter o parque funcionando, é fazendo esses passeios turísticos. Sem abuso aos elefantes, e exercitando eles, como eles deveriam fazer todos os dias, e ainda proporcionando uma experiência única pra gente.

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Como nós pagamos duas pessoas por elefante, para fazer o passeio é meio diferente do que a gente treinou. Uma pessoa vai nas costas do elefante, segurando uma corda e a outra no pescoço, normalmente. Nem precisa se matar pra saber quem vai na frente, porque o mais pesado fica nas costas, e esse foi o Heitor haha :D. Durante o passeio, a gente sobe, anda reto, desce, anda reto, sobe mais um pouco, anda reto, e volta para onde começamos. Isso dura cerca de 1 hora, e eles param no meio do caminho pra gente descer e descansar um pouquinho. Gente, andar de elefante não é nada confortável e nos próximos dias suas pernas doem demais, mas vale MUITO a pena. Eu faria quantas vezes eu pudesse.

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Nosso guia contou um pouquinho sobre os elefantes, e sabe quando dizem que elefante tem medo de ratos? Verdade verdadeira. Achei muito engraçado, mas o guia explicou que a visão deles é um pouco diferente, eles enxergam tudo muito maior do que realmente é, e que as vezes, ele brinca de abrir os braços e pernas na frente do elefante, e o elefante simplesmente não passa, porque acha que não vai conseguir passar por aquele osbstáculo tããão grande, e ele não reconhece uma pessoa pela aparência, como todo mundo pensa, mas pela voz e pelo cheiro.

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Em uma parte do percurso nosso elefante assustou com alguma coisa, e eu fiquei bastante tensa, mas ela se acalmou, e continuou andando, então eu relaxei. O Heitor disse que não sentiu quase nada, mas eu estava no pescoço dela, e via tu-di-nho. O gostoso é que eles ficam batendo as orelhas na sua perna, e os pelinhos deles espetam um pouco, eles tem a pele bem grossa e são bem quentinhos. Tão quentinhos que precisam se refrescar o tempo todo, e enfiam a tromba na boca, e espirram água para todos os lados (inclusive em você hahaha).

Um guia descansando no elefante

Um guia descansando no elefante

Depois do passeio, nós damos banho no elefante com baldinhos e escovinhas em uma piscina natural. O Heitor se deliciou com isso, mas quando eu fui entrar na água, vi vários bichos e acabei ficando só dois minutos lá, mas ele ficou até o final.

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Assim que os elefantes saem da piscina, eles oferecem o almoço. Só comi coxinha de frango, mas o Heitor achou tudo muito maravilhoso (novidade!). Durante o almoço conversamos com as outras pessoas que estavam na nossa van, e descobrimos que estávamos entre várias nacionalidades (Espanha, Áustria, França, USA, Dinamarca, entre outros…)

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As pessoas são todas muito receptivas (tanto os locais, quanto os turistas) e a cada 5 minutos, você faz uma amizade nova. O Heitor está melhorando bastante o inglês dele, e já consegue conversar com as pessoas sem precisar de mim. Não estamos nem com 7 dias nesse lugar maravilhoso e já tivemos experiências suficientes para uma vida inteira.

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Daqui partimos para BKK novamente para viajar para o Sul (Praiaaaa!), e mais passeios estão por vir.

Gostaria muito de agradecer às pessoas que estão acompanhando o blog. Todos os dias, recebemos mensagens de pessoas que dizem que estão amando a nossa viagem, e pretendem fazer algo parecido. O Blog já chegou a um pouco mais de 1500 vizualizações desde o começo, e de todos os lugares do mundo, e isso é muito legal. (:

Muito, MUITO obrigada!!!

Medidor do WordPress

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