Koh Phangan: A Itu da Tailândia

Sete horas da manhã em Koh Phangan, saímos do Night Ferry naquela confusão que só. Acostume-se a usar seus “No, thank you!” “Not now, thank you!” quando desembarcar de QUALQUER lugar. Eles são muito insistentes, e mesmo que você queira um táxi ou um transporte, demora alguns segundos pra você se situar. Ainda mais quando não dormiu a noite toda.

Heitor sacou o mapa e o roteiro, e vimos que o lugar mais barato para se ficar em Koh Phangan em época de Full Moon é no Norte e no West. Em Railay, nosso gerente do hotel até disse que tinha um conhecido que poderia hospedar a gente em Baan Khai ou Baan Thai, não me lembro, mas decidimos seguir o roteiro e ir para Haad Yao, parte West da ilha. O taxista nos deixou na frente do 7/11 e enquanto o Heitor ficou com as mochilas, eu fui andar.

Só fui ter sorte no terceiro lugar em que eu encontrei, o J.B. Hut, mas a recepcionista me disse que a gente só poderia passar uma noite lá, pois ela tinha reservas para os próximos dias. Ela queria 900B no bangalow, mas eu consegui por 800B. Andei mais um pouquinho pra entrar em outro lugar e ver os preços, e me deparo com uma cobra!!! Nem era tão grande assim, mas era uma cobra, né? Quase tive um mini-infarto, mas veio um menino e acabou com a raça dela. hahahaha

O ruim de Koh Phangan é que é tudo subida e descida, e pra andar, é bem ruinzinho… mas andei mais um pouco, e em um outro hotel, uma moça me disse pra esperar até as 10h ou 11h que era o horário do check out e voltar a perguntar nos hotéis. Pra voltar, acabei descendo em um resort e andei pela praia, porque era plano, e quando voltei, encontrei o Heitor no meio da rua achando que eu tinha sido abduzida por um hostel… hahahahaha Ele disse que me viu entrando, mas nunca me viu saindo… rs

Minha vez de ficar com as coisas, ele foi para o outro lado, e voltou um tempo depois dizendo que achou um bangalow por 300B (!!!) no Sun Moon Star, que fica ao lado do Backpacker, uma opção mais segura e um pouco mais cara. Fomos ver os bangalows do Sun Moon Star, claro. É uma pequena caminhada, mas logo chegamos e pedimos para ver o quarto.

Não tinha nenhum tipo de luxo, mas por 300B, estava ótimo. O bangalôzinho era todo de madeira (menos o banheiro), e tinha só uma cama com mosquiteiro que é o que salvou a gente dos bichos durante a noite. E era bem pertinho da praia.

Assim que comecei a inspecionar o lugar atrás de bichos, vi uma coisa como se fosse uma lesma atrás do espelho e chamei o Heitor pra ver o que era aquilo.

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A lesma que não era lesma do meu banheiro.

Eu morro de medo de todos os tipos de bicho, mas eu estava no meio do mato, fazer o que? O engraçado é que aqui tudo é muito grande. Os gatos tem tamanho de leões, os cachorros tem tamanho de lobos e  as lagartixas… bem, as lagartixas dá pra ver por você mesmo. Quando ele olhou melhor, descobriu que íamos ter que dividir o quarto com esse carinha aqui:

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Diga ‘oi’ para o nosso Geko de estimação.

Como estávamos só o pó, fomos dormir um pouquinho e quando acordamos já era quase hora da janta, mas fomos almoçar.

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Haad Yao Beach

Caminhando para a praia, você vê muitos restaurantes e resorts à beira-mar, e resolvemos almoçar no Silver, que tinha um cardápio bem atrativo e wi-fi. Aliás, quase todos os lugares aqui tem wi-fi, e isso é bem bacana. O engraçado desse restaurante é que o garçon não anota seus pedidos, você mesmo faz isso em um bloquinho com caneta que eles deixam na mesa e só passam para pegar no número dos pedidos. Infelizmente, isso nos rendeu uma pequena confusão… o Heitor anotou o valor do meu lanche ao invés do número e recebemos um Mai Tai (drink) que nos custou 200B! Mas tudo bem, ainda não tínhamos experimentado nenhum  coquetel…

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Nosso “pequeno” engano, Mai Tai.

O Heitor optou por legumes com frango e purê de batata, e eu fiquei esperando meu lanche, que veio errado por duas vezes… hahahahaha Mas é que eles tem um jeito de escrever o cardápio que confunde qualquer ser. Então muito cuidado quando for escolher alguma coisa, e confirme se vem tudo aquilo mesmo no seu prato, ou se alguma coisa é opcional. (;

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Purê ‘diferente’..

Voltamos pro hotel e ficamos na área comum que tem perto do restaurante, que tem uma decoração bem única. Eles usam ostras como luminária e também é onde mora o Lucky, que me fez descobrir que eu não tenho alergia à gatos tailandeses.

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Lucky! :D

Luminária muito linda..

Luminária muito linda..

Daí aproveitamos para usar a internet, só que a gente ficou tanto tempo lá, que começou a chover e quando fomos ver já era meia noite, e estava tudo fechado. O lugar mais próximo era o 7/11, e ainda íamos pegar chuva para chegar até lá. Decidimos ir dormir e só comer de manhã, mesmo… mas já se programando para ter algumas coisinhas no quarto, no caso de acontecer isso de novo!

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Sobre Erica Oliveira

Paulista, 27 anos.
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5 respostas para Koh Phangan: A Itu da Tailândia

  1. Filipe disse:

    ixi, cabou? vcs voltaram? Estão vivos?

  2. Cristiane disse:

    Erica e Heitor, que pena que vcs não puderam continuar escrevendo. Eu acompanhei a viagem de vcs desde o início (achei lá no mochileiros) e fiquei inspirada a viajar! Eu e meu noivo vamos pra tailandia e Camboja em novembro. Enfim, obrigada pelas dicas e motivação!

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