First Day – Bangcoc!

Como não estava conseguindo dormir tomei um Dramin no avião para BKK, e acordei 3 horas depois achando que já haviam se passado 1 dia, mas mais uma vez, só haviam passado algumas poucas horas e ainda faltava umas quatro horas para chegar à Cidade dos Anjos.

DSC03028

Eu a Erica e o William (tirando uma soneca).

Foi quando começamos a conversar com o William, nosso amigo holandês das putarias em Pattaya. HAHAHAHA. O café da manhã no avião era omelete ou arroz com porco, a Erica pediu o omelete e disse que esse estava melhor do que o da KLM, eu pedi o arroz com porco e estava muito bom.

Por volta das 6h e pouco da manhã (horário de BKK) desembarcamos no Suvarnabhumi Airport, nos despedimos do William e antes de irmos para a Imigração como a maioria faz, tivemos que passar pelo Health Control.

Dica: Brasileiros que viajam para Tailândia precisam tomar vacina contra febre amarela pelo menos 10 dias antes. Além de tomar a vacina é preciso fazer a carteirinha de vacinação internacional na Anvisa (fizemos a nossa em Congonhas meses atrás). A vacina não é necessária por risco de contaminação na Tailândia, pelo contrário, para não levarmos a doença, afinal o Brasil ainda tem casos de Febre Amarela em alguns estados.

Preenchemos um rápido formulário, apresentamos nossas vacinas e rapidamente recebemos um carimbo e seguimos em direção a imigração. Quando chegamos na imigração vimos umas fila gigante já formada com dezenas de turistas.

Quando nós entramos no avião da China Airlines nós já recebemos o formulário de imigração para agilizar o processo, então, como já havíamos preenchido o formulário no vôo fomos pedir informação e pra nossa feliz surpresa a funcionária do aeroporto nos encaminhou para uma pequena fila onde estava escrito apenas “Thai Passaport”, a principio não havíamos entendido, mas depois descobrimos que isso ocorre porque o Brasil e a Tailândia possuem acordo de imigração, portanto nossa entrada é facilitada e recebemos 3 meses de visto, diferente da maioria dos Europeus que recebem apenas 1 mês e tem que encarar aquela fila gigante da imigração. HAHAHA

Pegamos nossas bagagens na esteira, e nossa idéia de embalar os mochilões naqueles plásticos verdes do aeroporto se mostrou uma ótima escolha, além de ter seguro, eram as únicas malas verdes na esteira, não haviam sido violadas e não corremos o risco de nenhuma alça ficar presa e rasgar. Aproveitamos para já desfazer nossas malas de ataque e colocar tudo dentro dos mochilões.

DSC03065

Jefferson e Erica na casa dele. A cara dela diz tudo…

Fomos então em direção ao portão 3, onde eu havia combinado de encontrar o Jefferson, o brasileiro que mora aqui. Eu havia combinado de levar algumas encomendas (comida) para ele e ele iria trocar alguns Baht por Reais pra mim. Foi fácil localiza-lo com a camisa do Brasil, nos apresentamos e conhecemos o Alex, o primo tailandês do Jefferson, mas que fala português fluentemente. Como ainda era muito cedo, a Erica decidiu aceitar uma proposta anterior do Jefferson e aceitar a hospitalidade thai-brasileira e irmos para a casa deles descansar um pouco, tomar um banho e comermos antes de irmos para o centro da cidade.

Pegamos o carro e seguimos em direção a casa deles, só então pudemos perceber o tamanho do aeroporto, é gigante! Demoramos uns 5 minutos só para sair de dentro dele (de carro.

DSC03097

Eu, tio do Jefferson, Erica e o Jeffserson.

No caminho conversamos um pouco no carro e a Erica comentou que adorava antiguidades, museus e etc. e o Jefferson ainda questionou “Ah, você gosta de antiguidades?” pois bem… chegando na casa deles uma feliz surpresa, a casa era enorme e possuía diversas antiguidades de vários locais do mundo espalhadas cuidadosamente pela casa, realmente ERA UM MUSEU MARAVILHOSO. Descobrimos que o Alex trabalha com antiguidades e que o tio do Jefferson (pai adotivo do Alex) é um ex-diplomata Brasileiro que possui muitos artigos e artefatos valiosos de todo mundo. Havia desde imagens de Budas achados em escavações, vasos chineses, esculturas Astecas e Maias, móveis europeus e por aí vai, tudo com muito séculos (e alguns até milênios) de idade mas muito bem cuidados. Foi o tio do Jefferson quem nos recebeu na casa, nos levou para um passeio e nos explicou sobre cada um dos artefatos da casa, sempre com uma conversa muito agradável e nos ensinando sobre a origem e cultura de cada um.

DSC03049

Mascaras tradicionais tailandesas sobre um móvel coreano. Ao fundo, vasos chineses.

Eu e a Erica ficamos maravilhados com aquilo tudo, era como estar dentro de um museu particular, e segundo o tio do Jefferson ainda havia muito mais guardado no sótão.

Tomamos um banho, e fomos tomar café da manhã com eles, a mesa era farta e regada a frutas e comidas tailandesas, todas deliciosas. Quando acabamos, já era hora de nos despedirmos e eles nos acompanharam até uma estação próxima para pegarmos o trem. Nós não sabíamos nem como agradecer a hospitalidade.

DSC03103

Alex, eu e o Jefferson na estação de trem.

A região onde eles moram é próxima ao aeroporto, mas longe do centro onde queríamos ir, demoramos cerca de 1h de trem até a estação final onde compraríamos as passagens do trem noturno para Chiang Mai. Mas o trem que havíamos pego não era o famoso e limpo Skytrain não, era um trem comum de uso local e estava mais para o trem de Francisco Morato que eu pego na Luz para ir trabalhar! HAHAHA Pagamos apenas 10B cada pelo ticket que você compra na estação, você só precisa comprar o ticket (muitos tailandeses sequer pagam, é de graça para eles) e embarcar no trem, segundo o Alex um cobrador passaria dentro do trem para verificar nossos tickets, mas isso não ocorreu. Éramos praticamente os únicos “Farang” no trem e nas poucas vezes que tentamos saber se a estação final estava chegando em nenhuma tivemos sucesso! Eles nunca entendiam o que a Erica falava, e só balançavam a cabeça em sinal de desculpa. :D

DSC03105

Algumas coisas nunca mudão…

Chegamos na Hua Lamphong Station por volta das 13h,tomamos um Red Bull (15B cada) para ajudar a despertar, compramos nossos tickets para o trem noturno das 19h30 para Chiang Mai no norte (700B cada). Com os bilhetes em mãos era hora de pegamos um táxi (60B – com taxímetro ligado, não esqueça) próximo a estação e percorrermos algumas quadras até o MBK. Chegando lá, guardamos nossos mochilões (grátis – mas demos 20B de gorjeta) e fomos procurar alguma coisa pra comer, eu pra falar a verdade estava sem fome ainda após o café da manhã farto, e a Erica ficou um pouco enjoada com os cheiros da comida dentro do shopping (ela ainda estava meio traumatizada com o frango agridoce do avião, mas vamos resolver isso hehehe) e decidiu comer uma “comida segura” e pra não perder o costume ela foi no Mc Donald’s.

Depois de almoçar, seguimos ao andares superiores e depois de muita pesquisa e negociações finalmente a Erica comprou seu tão querido Iphone 5! HEHEHE Decidi que ainda não vou comprar o meu, vou deixar para comprar no final da viagem para não comprometer os ga$to$! Mas isso já eram 16h30, e decidimos voltar para estação de trem e procurar alguma coisa pra comer lá próximo – a comida no shopping parecia muito cara.

Voltamos para a estação de táxi (60B), e compramos uma garrafa de água (1,5L – 22B) e dois Red Bulls (15B cada), demos uma ajeitada nos mochilões e fomos tomar uma cerveja em um barzinho em frente a estação chamado @SIAM. Aproveitei para comer e pedi um Pad Thai de “pork” (50B) e uma Chiang Beer (80B). Aproveitamos também para comprar algumas frutas de uma tiazinha em um carrinho na rua, compramos um saquinho cheio de melancias e manga verde (20B cada). Também fomos no 7-Eleven e compramos mais uma garrafa de água (15B) e dois saquinhos de batata frita (10B cada) para comermos no trem.

Quando estávamos entrando de volta na estação vi um cara com uma blusa do Brasil amarrada na mochila e percebi que o amigo dele estava falando português, nos aproximamos e puxamos conversa, eram 3 brasileiros (Diego, Thiago e Ari) vindos da Irlanda onde moravam e também iam pegar o trem para Chiang Mai, conversamos um pouco e fomos embarcar.

No próximo post a Erica conta como foi nossa viagem de trem!

Anúncios

Sobre Heitor Marucci

Radialista, 23 anos, praticante de MMA. "E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música!"
Esse post foi publicado em Trip e marcado , , , , . Guardar link permanente.

2 respostas para First Day – Bangcoc!

  1. Adele Hass disse:

    Compensa comprar eletrônicos na Tailândia??

Gostou? Deixe sua opinião!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s